Como lidar com a morte – Dezembro/2013

A morte é consequência do pecado. “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2.16-17). Pela desobediência do homem, entrou a morte. A partir desse momento, a humanidade tem enfrentado a questão da morte.

A princípio, não gostamos de comentar nem de ouvir falar sobre este assunto. Parece que é algo tão distante que só acontece com outras pessoas, ou nas outras famílias. Quando chega a nossa vez, estamos despreparados e, muitas vezes, ficamos reféns destes momentos tão tristes. À luz da Bíblia, gostaria de refletir com você sobre esta realidade que acaba, dia mais, dia menos, alcançando a todos nós.

Somos consolados porque Jesus ressuscitou: “Ele não está aqui, mas ressuscitou” (Lucas 24.6a). A ressurreição de Jesus é a garantia da nossa ressurreição. “A estes também, depois de ter padecido (Jesus), se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao Reino de Deus” (Atos 1.3).

Somos consolados porque Cristo venceu a morte: “Tragada foi a morte pela vitória” (1Coríntios 15.54b). Podemos desafiar a própria morte, pois a vida que temos é eterna. “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1João 5.11-12).

Somos consolados porque, enfim, o crente não morre: “Todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (João 11.26). A morte física para o crente é o momento de sua promoção de sua casa terrena para a celestial, deste mundo de trevas para o mundo de luz. Aqui forasteiro, lá cidadão definitivo do céu. Você é convertido a Jesus? Seus queridos são também. Fique tranquilo. A morte é problema para os descrentes, para os perdidos. Para o salvo e, para seus familiares, não.

Somos consolados porque temos esperança: É o que nos assegura o apóstolo Paulo: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Romanos 5.5). Estaremos para sempre com o Senhor.

Somos consolados porque cremos na ressurreição: A ressurreição de Jesus é a garantia de que ressuscitaremos no último dia (Romanos 6)

Conclusão: “Consolemo-nos uns aos outros com estas palavras”.

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Dezembro de 2013

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