História da Editora Aleluia – Agosto/2005

Fundada em 1987,
tem como um de seus objetivos
prestar serviços na área de produção literária,
tanto à Igreja como a terceiros

Em 1987, a Junta de Publicações da IPRB, que já possuía a Gráfica Aleluia,
criou a Editora Aleluia. Esse novo passo permitiu a ampliação da prestação de serviços à Igreja e também a terceiros, e proporcionou recursos
para a manutenção dessas duas entidades.

Sede própria

Aos poucos o imóvel alugado em Arapongas, PR, em que estava a gráfica, foi tornando-se pequeno e inviável. Era preciso mudar-se, mas desejava-se fazê-lo para um prédio que fosse próprio. Isso foi tema para muitas orações. E Deus mostrou a solução. Em 1993, a Editora obteve, por doação do Município de Arapongas, no Parque Industrial II, uma área muito boa. Adquiriu um barracão nela existente, ampliou-o e ali se instalou, à Rua Gavião de Cauda Curta, 115, Parque Industrial II.

Na época, as ruas nesse Parque Industrial eram sem asfalto, a área achava-se isolada, longe do centro e cercada por chácaras; hoje é região nobre. Ali a Editora construiu, em várias etapas, as edificações que lhe permitiram expandir-se. Com a aquisição de novas máquinas, a gráfica cresceu, informatizou-se. E a qualidade dos serviços melhorou significativamente.

Em 1996, foi possível importar uma impressora industrial e uma dobradeira. Vários equipamentos foram sendo adquiridos, substituídos ou reformados. Em 2004 adquiriu uma impressora offset bicolor.

A redação, coração da editora

Assim, em 2005, a Editora Aleluia acha-se instalada em Arapongas, PR. Tem seu prédio próprio, com 1350 m2, onde está sua gráfica. Além dos funcionários e técnicos dos diversos departamentos (produção, faturamento, distribuição, manutenção, etc.) há a redação que é o coração da Editora. Há dois pastores trabalhando, em tempo integral, na redação: desde agosto de 1986, o Pr. Rubens Paes e, desde o final de 1999, o Pr. Francisco Araújo Barretos Neto. E, desde 1974, está na direção o prof. Joel R. Camargo.

Produção de livros

É na área de produção de livros que a Editora Aleluia tem-se empenhado ultimamente. Já chegam a 35 os títulos publicados. Vários livros de excelente qualidade foram traduzidos e produzidos, bem como de autores brasileiros, principalmente de pastores da Igreja. Essa é uma área em que a Editora Aleluia está pronta para crescer.

O primeiro livro publicado foi “O maior pecado do século: aborto”, de autoria do Pr. Jobel C. Venceslau, editado em setembro de 1985, com 23 páginas. O segundo, “Manual de lições bíblicas para preparação de batismo” do Pr. Abel A. Camargo, em fevereiro de 1988, com 85 páginas.

Revistas para EBD

Em 1977, a Igreja decidiu que deveria editar sua própria revista de EBD e o Aleluia se encarregou disso. Em 1978 nascia a número 1 e já começava bem! Seu tema era: “As bases da renovação espiritual”. E assim tem sido.

Produzida regularmente, em 2005 a revista para adultos chegou a 72 edições. Procurando ser original em seu texto e apresentada numa linguagem de fácil compreensão ao aluno, tendo suas lições redigidas pelos próprios pastores da Igreja, a Revista de EBD Aleluia tem sido qualificada como um dos melhores materiais dessa natureza entre os produzidos no Brasil.

Para ensino aos adolescentes, a Editora elaborou um currículo específico e criou uma revista. Trabalhando durante seis anos, editou uma série de 15 volumes com textos redigidos por professores, pedagogos e pastores. Um trabalho esmerado, que resultou num conjunto de manuais da mais alta especificidade.

Além de revistas para novos convertidos e para jovens, uma equipe vem trabalhando na produção dos originais de material de apoio para educação cristã de crianças de 0 (zero) a 11 (onze) anos. Serão produzidas revistas para alunos, professores e cartazes. Em 2004, já foram editadas as primeiras revistas dessa faixa: Mel e Leite e Berçário.

Agenda Aleluia

A Agenda Aleluia tem sido um banco de dados indispensável para toda a liderança. Sua criação pela Editora foi um instrumento que pressionou a coleta e a organização de informações pessoais e administrativas sobre a denominação. Agora também disponível na Internet, chamada Agenda Virtual.

Folhetos

Mais de 20 milhões de folhetos já foram editados, em 15 títulos, com mensagens muito objetivas. Estão disponíveis também em espanhol. Recentemente foi dado início à série Fé e Renovação, para folhetos de 15 a 20 páginas.

Hinário

Além do hinário com texto, com 450 hinos, e de ter editado o hinário com partituras musicais (atualmente esgotado), vem editando também o hinário com música, agora na forma de cadernos, e o hinário cifrado, em duas cores.

Loja Virtual e Televendas

Modernizando seu atendimento, com o advento da Internet, o Aleluia montou sua Loja Virtual e nela estão disponíveis todos os seus livros e produtos, facilitando a aquisição pelas igrejas, pastores e interessados. Pelo sistema de Televendas (0800), atende à igreja sem despesas para os pastores.

O Aleluia tem procurado estabelecer pontos de distribuição de seus produtos nas principais livrarias do Brasil e tem estado nas reuniões, Assembleias e Encontros promovidos pela Igreja, divulgando o que produz e suprindo as igrejas.

Site da IPRB

Também criou e tem mantido atualizado o site da IPRB, onde divulga as principais notícias denominacionais, artigos do Jornal Aleluia, estudos bíblicos, fotos e informações gerais de interesse dos membros e da liderança, sendo também instrumento valioso na propagação da Igreja e seus princípios doutrinários.

Contribuição em mão dupla

É confortador saber da imensa contribuição do Aleluia para a denominação. Pensar que tudo isso teve seu efeito positivo: vidas foram edificadas, pessoas foram orientadas, preservou-se a linda história desse grupo heróico de renovação e até igrejas nasceram pelo influxo dessa literatura.

Mas a Editora não fez todo esse trabalho sozinha. Muitos irmãos compreenderam o papel que a palavra escrita desempenha e colaboraram escrevendo lições de EBD, artigos, manuais e livros. Funcionários, companheiros e pastores, na Editora, trabalharam com dedicação. A Diretoria Executiva da Igreja destinou verbas, igrejas locais e irmãos prestaram apoio financeiro. Houve aqueles que, nas horas de dificuldades, estenderam sua destra de companhia, ofereceram sugestões e, sobretudo, sustentaram com orações. A todos, o registro de reconhecimento e gratidão.

Refletindo sobre essas bênçãos, e avaliando tudo quanto se fez neste sentido, a Igreja deve render graças ao Senhor. Ele sabe quanto tudo isso custou em esforço, em lutas, em tempo e em amor pelo seu reino.

A Deus, toda honra e toda glória.

Joel R. Camargo
……………….

Fonte: Jornal Aleluia de agosto de 2005

Complementação

17-dez-2005 – Joel R. Camargo, aposentando-se, desliga-se da direção da Junta de Publicações e da Editora Aleluia, a pedido.

17-dez-2005 – Pastor Rubens Paes é nomeado para a direção da Editora Aleluia e da Junta de Publicações, substituindo Joel R. Camargo.

2011 – A Editora passa a chamar-se Aleluia Empreendimentos Gráficos Ltda., após mudanças na estrutura administrativa.

 

 

Com objetivo de imprimir o Jornal Aleluia,
em 1978 fez-se a aquisição da primeira impressora. Dava-se início ao que viria
ser a Gráfica Aleluia

Em Cianorte, PR

Em 1978, Joel R. Camargo fora convidado para dirigir o Seminário da IPRB em Cianorte, PR. O Jornal Aleluia, que estava sendo redigido por ele em Arapongas e impresso em Londrina, foi transferido para essa cidade. Mas tinha de ser impresso em Maringá, PR, distante 67 quilômetros. Era muito trabalhoso, porque, além de longe, só começavam a compor o Aleluia depois que terminavam seu jornal local, por volta das 22 horas ou mais. O redator tinha de ficar ali, junto, fazendo as revisões e orientando a montagem das páginas e dos fotolitos.

A impressão do jornal terminava de madrugada. O dia já estava amanhecendo, quando retornava a Cianorte. Fez isso muitas e muitas vezes. Ia cansado, mas feliz porque levava no carro cheio mais uma edição do Jornal. Trabalhando sozinho, nos dias seguintes, teria de empacotar tudo, endereçar, colocar nos Correios e começar a preparar nova edição.

As primeiras máquinas

O alvo de fazer o melhor e com qualidade começava a ser barrado pelas dificuldades econômicas. A inflação galopante, o fato de só poder ser impresso em Maringá, à noite, e outras tantas dificuldades levaram a pensar na compra de máquinas para se produzir o jornal.

O primeiro equipamento foi uma compositora IBM, que a Igreja importou, e que chegaria em 5/6/78. Um imenso passo para uma igreja pequena. Embora permitisse compor o jornal, as dificuldades persistiam. A solução seria tentar imprimir o jornal.

Um dia, quando as portas pareciam estar todas fechadas, orando, Joel clamou ao Senhor por recursos. E o fez com tanta convicção que marcou na parte final de sua bíblia: Hoje pedi uma impressora ao Senhor. 19/set/78″.

Exatamente um mês depois, 19 de outubro, estava chegando a Cianorte, a primeira impressora. Um veículo da firma vendedora viera entregar as máquinas. No Seminário, duas pequenas salas foram destinadas para uso do Aleluia. Uma era a redação e, na outra, o equipamento fora instalado. Era tão pequeno que viera no porta-malas do carro: apenas uma impressora offset de mesa e uma gravadora de chapas. Mas isso encheu de alegria a todos.

E foi assim, com muito esforço e oração, que se produziu “em casa” a edição número 29 do Jornal Aleluia, com 16 páginas, em outubro de 1979. A vontade de vencer era tão grande que permitiu fazer, dali para frente, com equipamento tão sem recursos, tanta coisa, que hoje, folheando o Jornal da época, é difícil acreditar ter sido isso possível.

Retorno a Arapongas

Em 1980, o Aleluia deixou o Seminário e instalou-se no centro de Cianorte, fase em que outras máquinas foram adquiridas. Agora possuía uma guilhotina, uma gravadora de fotolitos. Nesse período já foi possível produzir as primeiras revistas para Escola Dominical.

Em 1981, voltou para Arapongas, PR, instalando-se num salão alugado, à rua Tricódomo, 238, fundos. Já havia um bom começo de gráfica. Além do que trouxera de Cianorte, nos anos seguintes fora agregando outros equipamentos, entre eles uma impressora com mais recursos. Em 1986, adquire seu primeiro computador com os primeiros programas. Já se podia dizer que a Igreja tinha uma gráfica, que viria a ser a base para a criação da Editora.

A Deus, toda honra e toda glória.
Joel R. Camargo
             


…………
Fonte: Jornal Aleluia de agosto de 2005

 

 

O primeiro número do Jornal Aleluia
fora editado em 1972, em Assis, SP

Lançado com objetivo de levar à Igreja
a mensagem renovadora do avivamento,
mais tarde tornou-se órgão oficial da IPRB

Nasce o Jornal

No final da década de 60, a renovação espiritual havia alcançado parte das igrejas presbiterianas no Brasil. Em Assis, SP, pastores da Igreja Presbiteriana Independente percebiam a grande necessidade de levar essa mensagem renovadora a toda a Igreja. Seus artigos e notícias, porém, não eram divulgados pelo órgão oficial de sua Igreja, que via o avivamento com reservas.

Os fundadores

Sem voz, os pastores Abel Amaral Camargo, Azor Etz Rodrigues, Nilton Tuller, de Assis, SP, e Palmiro Francisco de Andrade, de Arapongas, PR, resolveram fundar um jornal para divulgar o avivamento que estava ocorrendo em algumas igrejas. Assim, em janeiro de 1972 circulava a primeira edição do Jornal Aleluia.

Aleluia nº 2

Em julho de 1972, organizava-se a IPIR – Igreja Presbiteriana Independente Renovada. No mês de outubro de 72, fora editado, em Maringá, PR, o que viria a ser o Aleluia número 2. Seu objetivo era informar aos pastores e crentes, alcançados pelo avivamento, que a IPIR, havia sido organizada.

Pr. Nilton Tuller
editou também o Aleluia nº 2

Aleluia número 3

A regularidade de publicação do Aleluia começa a partir de fevereiro de 1974. Nessa época a IPIR já era uma realidade, com vários presbitérios organizados. Em Arapongas, PR, estava o Pr. Palmiro Francisco de Andrade, à frente da Igreja recém-organizada, do Seminário, o IBA, (Instituto Bíblico de Arapongas) e era presidente da IPIR.

O objetivo desse projeto era lançar uma publicação para amalgamar os grupos que vinham chegando, as novas adesões. O professor Joel R. Camargo fora convidado para redigir e dirigir esse jornal.

Surgiram os primeiros assinantes, o jornal expandiu-se. Às vezes chegavam cartas de lugares distantes e desconhecidos e as pessoas dizendo: “Conheci o Jornal Aleluia, gostei muito e quero saber como me tornar assinante.”

O Aleluia número 1 da IPRB

Em 1975, a IPIR uniu-se à ICP (Igreja Cristã Presbiteriana), nascendo a Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil. As duas denominações tinham tudo em comum e resolveram tornar-se uma só Igreja, a IPRB. O Aleluia foi declarado seu órgão oficial. Em janeiro daquele ano saía o primeiro número, agora impresso em offset. A manchete anunciava: “Nasce a Igreja Presbiteriana Renovada.”

O número 300

Com persistência, após 33 anos de vida, em agosto de 2005, o Jornal Aleluia chega à significativa marca de 300 edições! Acompanhando bem de perto todos os passos da Igreja Presbiteriana Renovada, o jornal tornou-se-lhe um documento extraordinário, pois registrou seu pensamento e sua história desde o seu nascedouro. Na verdade, bem antes, pois surgiu quando ainda nem havia a Renovada. Documentou fatos durante a IPIR e vem servindo continuamente à IPRB.

A Deus, toda honra e toda glória
Joel R. Camargo

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Fontes: 1.Jornal Aleluia de agosto de 2005
2.Jornal Aleluia, fevereiro 2012. Os primeiros tempos do Jornal: a fundação da Gráfica

Complementação

17-dez-2005 – Joel R. Camargo, aposentando-se, desliga-se da direção da Junta de Publicações e da Editora Aleluia, a pedido.

17-dez-2005 – Pastor Rubens Paes é nomeado para a direção da Editora Aleluia e da Junta de Publicações, substituindo Joel R. Camargo.

2011 – A Editora passa a chamar-se Aleluia Empreendimentos Gráficos Ltda., após mudanças na estrutura administrativa.

2014 – Em outubro de 2014, o jornal chegou a 400 edições.

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